Cerro Corá

Atrativos Turísticos


Clima Serrano – O clima frio do município de Cerro Corá constitui-se como o principal atrativo turístico do lugar, atraindo, principalmente, turistas e visitantes da capital do Rio Grande do Norte, Natal. O período mais frio do ano compreende os meses de junho a agosto, podendo atingir a temperatura mínima de 18°C durante a noite (Inventário Turístico, 2017).

 

Serra de Sant’Ana – A microrregião da Serra de Sant´Ana é uma das microrregiões do Rio Grande do Norte pertencente à mesorregião Central Potiguar. Compreende sete municípios nos quais são: Bodó, Cerro Corá, Florânia, Lagoa Nova, Santana do Matos, São Vicente e Tenente Laurentino. Possui uma área total de 3.019,906 km². Devido aos ventos abundantes na microrregião, as empresas de energia eólica estão instaladas e gerando uma produção de energia renovável, assim contribuindo para o aquecimento da economia dos municípios localizados na região serrana (Inventário Turístico, 2017).

 

Conventos – A gruta denominada de “Conventos” está localizada no Sítio Serra da Rajada em Cerro Corá/RN. A gruta é formada por diversas rochas que próximas, criam espaços semelhante a grandes salas. O atrativo possui sinalização turística, porém não possui sinalização de acesso. A propriedade onde está localizado o atrativo é privada, e para tanto é cobrado uma taxa de entrada. Em suas proximidades possui um bar que dá apoio aos visitantes. Não possui estrutura de visitação, mas para a visita ao atrativo é necessário o acompanhamento de um guia de turismo. As principais atividades desenvolvidas no espaço são: caminhadas, escalada, observação e trilha, percorrendo um total de 250 m. Partindo do centro da cidade até a chegada ao atrativo, são 15 km de estrada não pavimentada, a ser percorrido por um meio de transporte licenciado, em que uma parte do trajeto é de grau considerado leve e uma segunda parte do acesso de grau considerado semipesado. O estado de conservação do atrativo é muito bom, não possuindo depredações. No trajeto até os Conventos ainda estão localizados outros atrativos turísticos, como as formações rochosas “Tomara que Não Caia”, “Pedra da Tartaruga” e a “Pedra do 360º (Inventário Turístico, 2017).

 

Pinturas Rupestres – Conhecido e catalogado como Toca de Zé Braz, as pinturas rupestres estão localizadas na Zona Rural do município de Cerro Corá/RN, mais precisamente no Sítio Serra Verde em uma propriedade privada. Pela localização das escrituras, o grau de conservação é muito bom. No mesmo sítio arqueológico ainda é encontra-se outros atrativos conhecidos, como o Tanque Azul, a pedra cabeça de cachorro e a pedra do Nariz. Devido à fragilidade das escrituras, a visita até o atrativo é obrigatoriamente guiada. O atrativo não possui sinalização turística nem sinalização de acesso. O principal público frequentador do atrativo é comporto por turista e as principais atividades desenvolvidas no local são: turismo cultura, pedagógico, geoturismo, turismo de aventura. A visita em todo o geossítio totaliza 800m de grau leve. Para acesso até o geossítio é necessário o uso de um meio de transporte terrestre, sendo o grau dificuldade semipesado (Inventário Turístico, 2017).

 

Tanque Azul – Localiza-se em uma propriedade privada na zona rural de Cerro Corá/RN no Sítio Serra verde. O tanque é uma formação rochosa em forma de grota utilizada de forma natural para a retenção de água. Em suas proximidades, encontram-se as formações rochosas “Cabeça de Cachorro”, “Toca de Zé Braz” e a “Pedra do Nariz”. A entrada ao atrativo é gratuita e a principal finalidade da visitação é turismo de aventura, pedagógico e geoturismo. Para tanto, é necessária a contratação de um guia de turismo para acompanhar no processo de visitação turística. O atrativo situa-se a 17 km do centro da cidade, em que a principal via de acesso não é pavimentada e é de grau semipesada. No Geossítio, a trilha a pé é de grau leve, totalizando 880m. O estado de conservação do atrativo é muito bom (Inventário Turístico, 2017).

 

Nascente do Rio Potengi – A origem do nome do Estado do Rio Grande do Norte advém do Rio Potengi, no qual perpassa por nove municípios do Estado. Sua nascente se localiza no município de Cerro Corá, e passa pelos municípios de São Tomé, Barcelona, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Natal (local de sua foz), sendo o principal rio do Estado. Seu delta logo foi descoberto pelos primeiros colonizadores, utilizando-o para adentrar o território com suas embarcações. Denominaram-no Rio Grande do Norte, por seu vasto leito e extensão. Em Natal, marca a divisão entre as zonas norte e sul da cidade. A origem do nome vem do tupi que significa “Rio dos Camarões”. Está a 575 metros acima do nível do mar, e possui uma trilha de mata fechada de 500 metros até a nascente do rio. Não recomendado para crianças e idosos devido à dificuldade para realização da trilha e obstáculos ao longo do acesso ao local, apesar da existência de sinalização (Inventário Turístico, 2017).

 

Açude Eloy de Souza Inaugurado em 1937, pelo Senador Eloy de Souza, por isso deu-se origem ao nome do reservatório. É um cartão postal do município de Cerro Corá que se encontra na região central da cidade. É utilizado para o consumo animal e plantio das chamadas vazantes de capim para alimentação de bovinos, caprinos. O Rio Potengi perpassa por esse reservatório e a última vez que o mesmo transbordou foi em 24 de janeiro de 2011 (Inventário Turístico, 2017).

 

Açude Pinga Situa-se no Sítio Pinga numa propriedade privada, e começou a ser construído em 1982 e finalizado em 1983. Foi construído pela Engenharia e Combate do Exército. É o manancial que abastece a cidade de Cerro Corá, edificado para suportar 4 milhões de metros cúbicos de água e tem 15 metros de profundidade, já chegou a abastecer as cidades de Cerro Corá e Lagoa Nova, atualmente abastece somente a primeira a cidade. Existe uma ilha no meio do manancial com uma casa na qual há uma estrutura de mirante. Quando o açude está cheio, o acesso se dá por meio de canoa, não havendo sinalização no local (Inventário Turístico, 2017).

 

Vale Vulcânico – O Geossítio Vale Vulcânico está situado a 15 km e a SW do centro de Cerro Corá, na borda sudeste da Serra de Santana. O acesso ao local é realizado por estradas não pavimentadas que levam a uma trilha turística. Esta trilha com cerca de 2 km dá acesso ao leito do Riacho da Pedreira, onde são encontradas rochas vulcânicas. Da trilha, observa-se o relevo da região denotado pela escarpa erosiva da Serra de Santana, cujo topo plano representa um platô em rochas sedimentares da Formação Serra do Martins. Em alguns pontos ao longo da trilha existem mirantes para observação da paisagem (Proposta Geoparque Seridó, 2016; Inventário Turístico, 2017).

 

Cruzeiro – O Geossítio Cruzeiro de Cerro Corá está situado na área urbana do município homônimo, na borda NE da Serra de Santana. No local possui um cruzeiro assentado em rochas de natureza granítica, o qual apresenta uma altitude em torno de 610 metros. A maior atração do geossítio é a vista panorâmica do município, onde se pode contemplar toda a extensão urbana e vizinhanças, incluindo parte do pico vulcânico do Cabugi que está a 40 km na direção norte (DINIZ, 2003; ALEXANDRE, 2006; Inventário Turístico, 2017).

 

Escorregos – Os escorregos possuem esse nome devido diversas formações rochosas onde percorrem cursos de água, dessa forma, os visitantes se divertem nessas formações rochosas deslizantes nas quais são as primeiras corredeiras do Rio Potengi. O local possui trilha ecológica fechada, sem sinalização e encontra-se com diversas formações rochosas com pichações e muito lixo no entorno. Contudo, apesar da poluição ambiental, o local possui belezas naturais únicas formadas por formações rochosas, correntes de rio e vegetação exuberante (Inventário Turístico, 2017).

 

Paróquia de São João BatistaPertence à Diocese de Caicó, tem a área (km²) de 402,6. Foi fundada em 28 de abril de 1957. Houve uma grande festa na cidade, para comemorar o acontecimento. Na época compareceram políticos e coronéis importantes, o Prefeito era Sérvulo Pereira, além da cúpula da igreja Bispo Diocesano Dom José Adelino Dantas, Monsenhor Paulo Herôncio de Melo. Na solenidade deu-se a leitura do Decreto Diocesano de Criação da Paróquia assinado por Dom José Adelino Dantas, Bispo de Caicó, Ônio Caldas de Amorim na época padre e secretário do bispado. O seu primeiro pároco foi o Cônego Deoclides de Brito Diniz. Atualmente a Paróquia é administrada pelo Padre Cláudio Dantas de Oliveira, desde 28/01/15. Na Igreja Matriz de São João Batista acontecem missas todas as quintas feiras às 17h00m, aos sábados às 09h00, e aos domingos às 08h00m e às 19h00m. (Inventário Turístico, 2017).

 

Palácio Municipal – Funciona as atividades administrativas da Prefeitura de Cerro Corá e localiza-se no centro da cidade, na Praça Tomaz Pereira. Antigamente o prédio funcionava como uma escola. Foi reformado totalmente para se tornar o prédio oficial da prefeitura municipal em 1953, em que funcionam as instalações o gabinete do prefeito e da secretaria de finanças nos dias atuais (Inventário Turístico, 2017).

 

Linha Férrea – Situa-se no distrito rural Recanto. Abandonada, encontra-se junto com pontilhões da estrada de ferro são estruturas resultantes da interrupção da construção da linha férrea que ligaria o litoral ao Seridó. Iniciada em 1912, no Governo de Washington Luiz, tinha como objetivo transportar o algodão produzido naquela região para exportação.  A sigla que está quase ilegível, existente ainda hoje no túnel, significa: EFCRGN- Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte, ramal Lajes – Caicó (Inventário Turístico, 2017).

 

Casa Grande – Localiza-se no centro da cidade de Cerro Corá, foi construída em 1896, adquirida no ano de 1913, e reformada em 1915 pelo Sr. Tomaz Pereira. Durante o período de 1896-1915 foi utilizada como pousada, abrigando tropeiros, viajantes e trabalhadores que pela cidade passavam. A partir de 1915 foi reformada para ser residência da Família de Tomaz Pereira. É uma propriedade particular e não está aberta à visitação, embora possua significativa atratividade para fins culturais e turísticos (Inventário Turístico, 2017).

 

 

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